sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Direção nas Escolas

Uma questão que está sempre sendo debatida na Rede Blog é a eleição direta para Diretores de Escolas Municipais. É importante que a Diretora tenha a ver com a direção da escola. Que no mínimo tenha conhnecimento e que seja do ramo. Mas, além disso tem que ser alguém que represente os lados interessados na questão, o poder público e também os alunos e pais de aludos. Mas ao nosso juizo, deve existir um meio termo nessa história de administrar um bem público. De um lado, a Prefeita é obrigada a lotear escolas, postos de saúde, etc., com os vereadores para garantir a governabilidade. De um outro lado, quando se permite a eleição direta para diretores, vem a velha preocupação da perpetuação de determinadas pessoas e/ou grupos à frente dessa administração. Exemplo claro é o que acontece com os sindicatos. Façamos uma análise desapaixonada das útimas direções da maioria das entidades de classe na cidade de Campos. A maioria delas está há décadas no poder, e aí poderíamos citar várias dinastias , com a dos Bancários (Os Diniz, os Simões, os Rafaneles) , Eletricitários (dos Bacelar), Saneamento(dos Anomais), Rodoviários (o mesmo há quase meio século), Petroleiros (dos Rangel), Servidores Públicos (Leilson Rangel), Enfermagem (dos Morales), SEPE (dos Carvalhos, Peixotos, Siqueiras, Odetes) e por aí vai. São grupos que se sucedem há décadas à frente dessas entidades. A pergunta que fica é se esses grupos que vão trabalhar na eleição da Diretora da Escola não vai também se perpetuar. Se for eficiente, que continue, mas mesmo assim, a realidade é que a alternância de poder sempre é salutar....mas como abrir mão dele...

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